Banco Central mantém Selic em 6,5% ao ano - Coluna Brasil
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Banco Central mantém Selic em 6,5% ao ano

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Banco Central mantém Selic em 6,5% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, manter a Selic (a taxa básica de juros da economia) em 6,50% ao ano.

Com isso, a taxa permaneceu no nível mais baixo da série histórica do Copom, iniciada em junho de 1996. Foi a nona manutenção consecutiva da taxa neste patamar.

Mais uma vez, a decisão desta quarta-feira (8), era largamente esperada pelos economistas do mercado financeiro.

Ao justificar a decisão, o BC avaliou novamente que “cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis,

têm sido úteis na perseguição de seu objetivo precípuo de manter a trajetória da inflação em direção às metas”.

O BC também repetiu que a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente.

O colegiado voltou a avaliar ser importante observar o comportamento da economia brasileira ao longo do tempo, livre dos efeitos remanescentes dos diversos choques a que foi submetida no ano passado.

Diferentemente das comunicações anteriores, o BC desta vez destacou que essa observação da atividade também deve ocorrer com a “redução do grau de incerteza a que a economia brasileira continua exposta”.

“O Copom considera que esta avaliação demanda tempo e não deverá ser concluída a curto prazo”, completou o documento.

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Mais uma vez, o Copom afirmou que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação

No documento, o BC também atualizou suas projeções para a inflação. No cenário de mercado – que utiliza expectativas para câmbio e juros do mercado financeiro, compiladas no relatório Focus -, o BC alterou sua projeção para o IPCA em 2019 de 3,9% para 4,1%. No caso de 2020, a expectativa continuou em 3,8%.

No cenário de referência, em que o BC utilizou nos cálculos uma Selic fixa a 6,50% e um dólar a R$ 3,95, a projeção para o IPCA em 2019 passou de 4,1% para 4,3%. No caso de 2020, o índice projetado seguiu em 4,0%. As projeções anteriores constaram na ata do encontro de março do Copom.

 

Villas Bôas volta a criticar Olavo e diz que escritor é pivô de todas as crises

Ex-comandante do Exército e atual assessor do Palácio do Planalto, o general Eduardo Villas Bôas voltou a criticar Olavo de Carvalho, ideólogo do governo Jair Bolsonaro (PSL). Segundo o militar, o escritor participou de “praticamente todas as crises” da atual gestão.

“Praticamente todas as crises que nós vivemos desde que o presidente Bolsonaro assumiu têm a participação direta ou indireta do Olavo de Carvalho, que não contribui”, disse o militar a jornalistas, depois de acompanhar a fala do ministro Sergio Moro (Justiça) em uma comissão da Câmara.

“Temos tantas questões importantes, e a gente fica dispersando energia com questões que absolutamente não contribuem para a solução dos problemas”, completou o general nesta quarta (8).

Villas Bôas deixou o comando do Exército no início deste ano e passou a ocupar posto de assessor especial no GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

 

As críticas de Olavo de Carvalho se repetem há semanas contra generais da reserva que integram o governo, com foco no vice-presidente, Hamilton Mourão, e no ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo).

Além disso, o escritor foi acompanhado nos ataques pelo filho de Bolsonaro responsável por suas redes sociais, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC). Não houve um enquadramento incisivo deles pelo presidente.

Questionado nesta quarta-feira se a crise entre militares e a ala olavista seria permanente em seu governo, o presidente disse: “Não tem uma pergunta mais inteligente para fazer, não?” Bolsonaro também se negou a comentar a criação de dois novos ministérios.

Expectativa de acordo entre EUA e China elevam

Após dois dias de quedas expressivas, as principais Bolsas globais recuperam o viés positivo com expectativa de um acordo entre EUA e China até o fim desta semana. Segundo o governo americano anunciou nesta quarta-feira (8), a delegação chinesa quer um acordo.

A notícia fez com que as Bolsas americanas recuperassem parte das perdas da véspera —na terça (7), índices tiveram maior recuo percentual desde janeiro. O mercado doméstico acompanhou a tendência, sustentado pela alta das ações da Petrobras e percepção positiva da participação de Paulo Guedes na comissão especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência.

O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, viajará a Washington na quinta-feira para dois dias de negociações comerciais. As tarifas dos EUA sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses subirão para 25% nesta sexta-feira, de acordo com publicação no Federal Register, diário oficial dos Estados Unidos.

“Temos uma indicação de que eles [chineses] querem fazer um acordo. Nossas equipes estão em negociações contínuas. Elas vão se sentar para conversar amanhã. Vamos ver o que acontece a partir daí”, declarou a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, a repórteres nesta quarta.

 

O mercado espera que o aumento seja apenas momentâneo, para acelerar a conclusão de negociações.

Os principais índices globais retomaram o viés positivo e recuperaram parte das perdas dos últimos dois pregões. As Bolsas americanas permaneceram estáveis. Os índices Dow Jones e S&P 500 se mantiveram ‘zerados’. Nasdaq recuou 0,26%.

No Brasil, o Ibovespa, principal índice acionário do país, subiu 1,28%, a 95.596 pontos. O giro financeiro foi de R$ 15,4 bilhões, próximo à média diária para o ano.

O dólar acompanhou o viés positivo do dia e recuou 0,88%, a R$ 3,9350. A moeda americana chegou aos R$ 4 no pregão da véspera, sob tensão da guerra comercial entre EUA e China.

Após anúncio do Irã, Trump anuncia sanções a setor minerador e do aço iranianos

Após Teerã anunciar que reduzirá seus compromissos no acordo nuclear de 2015 e dar 60 dias para que signatários cumpram suas exigências, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quarta-feira (8), a imposição de sanções contra o setor minerador e de aço iraniano.

“Hoje vou assinar uma ordem executiva para impor sanções contra o ferro, o aço, o alumínio e o cobre do Irã, que são as maiores fontes de receita do regime, fora o petróleo”, anunciou o mandatário em comunicado divulgado pela Casa Branca.

Um pouco antes, o emissário americano para o Irã, Brian Hook, havia dito que os nunca cederão à “chantagem nuclear do regime iraniano”.

Segundo o emissário, a decisão do regime iraniano de expandir seu programa nuclear mostra o desafio que ele continua a representar para a paz e a segurança do mundo.

“Isso (restringir o acordo) é contrário aos padrões internacionais e é outra tentativa de chantagem nuclear por parte do regime”, disse Hook. A decisão iraniana ocorreu apenas um ano depois que o governo de  Donald Trump decidiu retirar os EUA desse acordo internacional.

Info: Agencia Brasil

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